Montblanc – Conheça esse império de luxo e sofisticação

Foto de capa do post sobre a marca Montblanc
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A companhia alemã de produtos do cotidiano Montblanc International GmbH, mais conhecida como apenas Montblanc, é atualmente um dos maiores impérios de luxo do mundo.

Reconhecida mundialmente pela qualidade de suas canetas tinteiro, a grife apresenta hoje em dia itens que chegam a ter valor equivalente ao dos carros mais caros do mundo.

Com sede em Hamburgo, essa é uma das marcas que compõem o conglomerado suíço Richemont, fundado em 1988.

Esse é o terceiro maior grupo do mundo do setor de luxo, sendo composto também por grandes marcas como Cartier, Old England e Officine Panerai entre diversas outras.

Foi apresentando produtos artesanais de altíssima qualidade que a Montblanc se tornou um ícone de sofisticação, com peças cravejadas de diamantes, rubis, esmeraldas ou safiras e revestidas de materiais diferenciados, como ouro, aço inox ou fibra de carbono.

Para além dos diversos atributos dos elementos selecionados a dedo, a escrita macia de uma Montblanc não se compara a de nenhum outro artigo de escrita.

As canetas Montblanc são um símbolo de estilo e poder. Não à toa, o artefato da marca é conhecido por economistas e analistas da bolsa de valores do centro financeiro de Wall Street como “power pen”.

Esse status se deve ao fato de serem muito usadas para a assinatura de acordos  importantes no mundo dos negócios.

O modelo clássico, considerado básico em relação às outras opções, custa em torno de 300 euros. Há também itens ultra diferenciados, como o modelo composto por 4.810 brilhantes, custando cerca de 125 mil euros.

Inovando e renovando-se sempre, a marca surpreende ao manter sua essência ao mesmo tempo em que é capaz de manter um portfólio de produtos luxuosos variados, tais como relógios, óculos e perfumes.

Confira a seguir a história da Montblanc e suas inovações ao longo das décadas a partir de uma completa linha do tempo.

Montblanc – Uma História de Inovação e Arte

A gigante de artigos de luxo foi fundada em Berlim, no ano de 1906, pelos alemães August Eberstein, Alfred Nehemias e Claus-Johannes Voss, que na época eram, respectivamente, engenheiro, banqueiro e dono de papelaria. Seu nome inicial foi Simplo Filler Pen Company.

O interesse em fundar a empresa teve início a partir do fascínio de Eberstein e Nehemias pelas canetas de pena, que na época faziam grande sucesso como a maior novidade do mundo da moda na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.

Foi em função disso que a Montblanc nasceu como uma oficina de canetas-tinteiros em parceria com Voss. Seu propósito inicial era desenvolver uma versão alemã das canetas-tinteiro.

Pouco tempo depois Nehemias faleceu, e então Eberstein optou por desfazer a sociedade para buscar novos sócios, com o intuito de conseguir desenvolver a melhor caneta do mundo, que não vazasse. Seus novos sócios foram Christian Lausen e Wilhelm Dziambor.

Nesse contexto, a sede da empresa passou a ser em Hamburgo, o que facilitaria a logística de importações e exportações mais adiante, com o desejo que já existia em expandir a empresa.

O nome da marca (Monte Branco, na tradução para o português) teve como inspiração a montanha mais alta da Europa Ocidental, e surgiu apenas em 1909, com o lançamento do primeiro modelo de caneta-tinteiro da empresa.

O item foi batizado de Rouge et Noir (em tradução para o português significa “vermelho e preto”, remetendo às cores do design da caneta).

A teoria do nome da empresa é a de que teria surgido de uma analogia com o maior e mais majestoso pico dos Alpes, já que a Montblanc teria se tornado o ápice dos instrumentos de escrita.

Mont Blanc na Europa Ocidental, origem do nome da marca
Mont Blanc na Europa Ocidental, origem do nome da marca

Em 1913 a estrela com seis pontas arredondadas se tornou o símbolo da marca, e compõe até hoje a identidade visual Montblanc, remetendo ao pico da montanha coberto de neve e traduzindo o design, a qualidade e o estilo de vida da marca.

A expansão da marca

A primeira loja da marca foi inaugurada em 1919, em Hamburgo, fornecendo a venda exclusiva de canetas e outros produtos de papelaria, como papéis, lápis e tinta.

Pouco tempo depois outras lojas foram inauguradas em Berlim, Breslau, Hanôver, Bremen e Leipzig. Logo em seguida, em 1924, a Montblanc entrou para o Olimpo das marcas de luxo ao lançar a caneta-tinteiro Meisterstück (“obra de mestre”, em tradução para o português). Esse item se tornou o carro-chefe da empresa e permanece até hoje como uma modelo clássico e inovador do segmento.

Dessa caneta surgiram todas as outras canetas da coleção Meisterstück, inclusive as canetas de edição limitada, que são muito concorridas. Lançadas anualmente desde o ano de 1992, essas canetas compõem homenagens a diversas personalidades históricas consideradas “Patronos das Artes” de diferentes épocas.

Essa coleção conseguiu uma condecoração do Museu de Arte Moderna de Nova York, que viu nos modelos de canetas uma obra-prima do design. Em consequência disso, a instituição mantém até os dias atuais uma Meisterstück 149 em sua exposição permanente.

Diante dessa visão de negócio, em 1924 a empresa passou a oferecer produtos que fossem uma forma de investimento, quando então lançou a garantia permanente.

Isso fez com que as vendas dos produtos fosse impulsionada, garantindo a eternidade das peças, que a partir desse momento se tornaram itens a serem passados de geração em geração.

Década de 30

A Montblanc ingressou na década de 30 já comercializando seus produtos em mais de 60 países ao redor do mundo, contando com diversas lojas próprias por todo o globo. Isso só foi possível após um planejamento de grande investimento direcionado para catálogos, decoração de vitrines e treinamento da equipe de vendas.

O ano de 1935 foi marcado por uma grande conquista, quando a marca inaugurou uma unidade de produção própria para artigos de couro, localizada no distrito alemão de Schaumburgo.

A partir de então, itens da grife que eram feitos de couro (como estojos para canetas, agendas e capas de blocos de anotações) passaram a ser produzidos sob a marca Montblanc.

Devido aos bombardeios sofridos durante a Segunda Guerra Mundial, as instalações da Montblanc tiveram suas atividades suspensas temporariamente, quando então as canetas passaram a ser produzidas na Dinamarca, onde a empresa já sustentava uma oficina de manutenção.

Felizmente, as instalações da empresa foram reconstruídas rapidamente, devido a tamanha importância que a marca já havia conquistado nessa época, contando inclusive com recursos fornecidos pelo próprio Ministério da Fazenda Alemão.

A aquisição pela Dunhill

Em 1977, a empresa alemã foi adquirida pela britânica Dunhill. Na década seguinte, a Montblanc passou a se envolver com diversas iniciativas internacionais de patrocínio às artes, como literatura, balé e música. Essa época marcou o início do compromisso mundial da marca com engajamentos culturais e artísticos.

Nessa mesma época, a grife começou a lançar canetas mais sofisticadas da série Meisterstück, ainda a maior e mais requisitada linha dos seus produtos.

A empresa passou a inovar em seus acabamentos com o intuito de atender a uma demanda bastante específica, que dizia respeito ao mercado composto por executivos de alto poder aquisitivo, que muitas vezes eram também colecionadores de artigos de luxo.

Devido ao imenso sucesso obtido com o aprimoramento da sua linha de canetas, a Montblanc resolveu investir na produção de outros acessórios com a mesma qualidade, diversificando a sua linha de produtos.

Diversificação dos produtos

Essa iniciativa teve início em 1992, e os primeiros produtos dedicados a essa finalidade foram pastas executivas, agendas exclusivas, carteiras refinadas, blocos de anotações e cintos, todos produzidos com couro de carneiro.

Com edições de tiragens limitadas, a Montblanc mantém duas linhas comemorativas: “Patronos das Artes” e “Escritores”.

Em 1997, a empresa realizou mais um grande avanço ao fundar a Montblanc Montre S/A, na cidade suíça de Le Locle, importante pólo da indústria de relógios do país. Esse passo foi fundamental para ingressar no segmento de relógios de luxo, muito restrito até então.

A primeira coleção Meisterstück de relógios Montblanc contou com 13 modelos. Alguns deles eram inclusive feitos com movimento manual, à corda.

Após lançar sua coleção de relógios, a grife investiu em diversos outros produtos, como óculos, perfumes, demais peças de joalheria, etc.

Ao ser incorporada em 1997 ao grupo suíço Richemont, a Montblanc deixou de ser apenas uma marca-referência de canetas e passou a ser vista pelo mercado e por seus consumidores como um estilo de vida.

Na última década a empresa se expandiu notável e grandemente, e passou a se aproximar do público feminino.

Montblanc com o público feminino

As canetas da marca, que antes eram produzidas pensadas principalmente no público masculino, ganharam versões mais femininas e delicadas.

emais produtos (como jóias de alta qualidade, óculos, bolsas, carteiras de couro, relógios e perfumes) também contribuíram imensamente para que a marca conquistasse de vez essa parte do público.

Novos padrões de relojoaria foram estabelecidos pela empresa após a apresentação do Metamorphosis, em 2010. Esse foi também o primeiro lançamento feito a partir da Montblanc Villeret, iniciativa pensada para manter as tradições da relojoaria suíça.

O Metamorphosis é um modelo de relógio que possui design e funções revolucionárias, uma vez que, através de um processo que faz uso de mecanismos inovadores, oferece a possibilidade de transformação entre dois modelos de relógio diferentes.

Para isso, há a união e sincronia de 50 componentes individuais do aparelho que se movem de maneira simultânea.   

Controle de qualidade Montblanc

Você já ouviu falar do sistema Quo Vadis? Esse é um sistema desenvolvido pela empresa para atestar a qualidade dos seus produtos. Consiste na gravação a laser de um número único no clipe de cada caneta produzida pela Montblanc.

Esse número corresponde a um código de barras registrado com o número do cliente no ato da compra do item.

A tradução do título para o português significa “Para Onde Vais?”. Isso funciona como uma espécie de rastreamento dos produtos, que evita que sejam comercializados por pontos de vendas não-autorizados.

Esse sistema faz parte de um processo de fabricação extremamente rigoroso, que envolve um minucioso trabalho manual para produzir as peças da Montblanc. No total, há 60 etapas envoltas no processo de produção, que leva em torno de um mês.

Para se ter uma noção do nível do trabalho realizado pela marca, as penas das canetas são cuidadosamente cortadas por lâminas de diamante. No corpo da caneta, um granulado de resina nobre é utilizado para obter o aspecto lustroso da peça.

á no que diz respeito à fabricação dos relógios Montblanc, cada peça é submetida a uma série de testes, chamada de “Teste das 500 horas“, que de fato levam cerca de 500 horas até ser concluída. Essa etapa é fundamental para atestar a qualidade e resistência de cada um dos relógios.

A preocupação e o envolvimento com a cultura

Um dos slogans utilizados pela Montblanc é “The art of writing“, que na tradução para português significa “A arte de escrever“, remetendo à valorização incentivada pela empresa para a cultura e a arte.

Em 1992, a grife criou o prêmio Montblanc de la Culture Artes Patronage, com o intuito de homenagear patronos das artes de destaque, trabalhando de maneira paralela e fortalecendo a linha “Patronos das Artes” de canetas com edições limitadas.

Através desse prêmio, a Montblanc busca sempre lançar apoio a diversos artistas. Entre as estratégias envolvidas nesse prêmio estão iniciativas como doação de parte da renda para músicos, apoio a festivais e compra de obras de arte (que ficam expostas no escritório da empresa por alguns anos e posteriormente são doadas para o Museu Contemporâneo de Hamburgo).  

Uma coleção lançada em 2002, intitulada Montblanc Cutting Edge Art, foi feita a partir de trabalhos feitos por artistas contemporâneos renomados, que foram instruídos a fazer interpretações individuais a partir do emblema da identidade visual da Montblanc.

As peças produzidas a partir dessa ideia foram exibidas nos prédios da administração e da produção da empresa na sede de Hamburgo, na fábrica de couro em Florença e nas fábricas de relógio de Le Locle e Villeret.  

Montblanc ao redor do globo

Atualmente, a Montblanc conta com mais de 400 boutiques próprias e 9 mil pontos de vendas autorizados, estando presente em mais de 90 países ao redor do globo. Sua extensa linha de produtos é composta por mais de 3 mil itens, entre eles canetas, relógios, óculos, artigos em couro, perfumes e joias.

A demanda atual corresponde à produção de três milhões de itens anualmente, levando em consideração apenas as canetas, principal produto vendido pela marca, que mantém 45% do faturamento total da marca. Os relógios apresentam 30% do faturamento, e os acessórios de couro, o equivalente a 20%.

A empresa alemã tem sido capaz de construir uma grande presença no mercado chinês durante a última década. Com mais de 90 boutiques exclusivas no país, a grife conquista cada vez mais esse público, que está cada vez mais inserido no mercado de consumo de luxo.

A maior boutique da Montblanc fica em Pequim. Inaugurada em 2012, é constituída por ambientes que ocupam um total de quatro andares, e exploram um conceito interativo através de sua arquitetura e decoração, que possibilita que os visitantes vivenciem uma experiência de total imersão no universo da Montblanc.

A marca chegou no Brasil em 1995, e a metrópole paulista foi a primeira das Américas a receber uma loja própria da marca. A boutique fica localizada em um dos mais valorizados pontos da capital, entre as Ruas Oscar Freire e Haddock Lobo, no bairro dos Jardins.

Linha do tempo da história da empresa

  • 1909: Apresentação da caneta-tinteiro Rouge et Noir, inovadora no segmento por apresentar segurança contra vazamentos. Foi muito bem aceita no mercado da época devido a sua aparência diferenciada e moderna, apesar de ainda apresentar alguns problemas e imperfeições.
  • 1924: Lançamento da caneta Meisterstuck, considerada até os dias atuais o carro-chefe da marca. Tornou-se um ícone da escrita no mundo inteiro.  
  • 1952: Lançamento do modelo Meisterstuck 149, com nome que remete ao tamanho da pena, de 27 mm. Através do seu estilo atemporal arrojado, esse item se tornou um ícone do design.
  • 1955: Apresentação da Linha 60, constituída por canetas feitas a partir de um novo estilo de design. Foi o primeiro grande sucesso da marca após o período da segunda guerra mundial.  
  • 1983: Estreia da Meisterstuck Solitaire Collection, modelo feito com ouro maciço, prata de lei e prata banhada a ouro. Nesse mesmo ano foi lançada a Meisterstuck Solitaire 149, caneta-tinteiro em ouro maciço. Entrou para o Guiness Book como a caneta mais cara do mundo.
  • 1992: Lançamento internacional da primeira edição limitada da linha Patrono das Artes, com modelo de caneta-tinteiro dedicada a Lorenzo de Medici. Foram fabricadas 4.810 exemplares. Lançamento da edição limitada para escritores, com homenagem ao famoso Ernest Hemingway.
  • 1993: Estreia da Montblanc Imperial Dragon 888, caneta desenvolvida exclusivamente para o mercado asiático. Com detalhes em ouro maciço 18K, teve tiragem de 888 unidades, em referência ao número da sorte no Oriente, que simboliza riqueza e fartura. 
  • 1994: A Montblanc Solitaire entra para o Guiness Book como a caneta mais cara do mundo, contando com 4.810 brilhantes em sua composição.
  • 1995: Coleção de acessórios em couro para trabalho e viagens é lançada. A linha conta com pastas, bolsas e agendas trabalhadas em couro cultivado pela própria Montblanc.
  • 1996: Ingresso no segmento de jóias por meio da estreia da linha Meisterstuck Jwellery, composta por abotoaduras, pulseiras e demais acessórios para o público masculino.   
  • 1997: A coleção de relógios Meisterstuck Collection é lançada. Atualmente é constituída por 11 linhas, 269 variações de modelos, cinco edições limitadas e nove modelos de relógios de mesa. Estréia no segmento de óculos, com linha composta por modelos solares e de receituário.
  • 2000: Coleção Bohème é lançada, composta por canetas de aço e fibra de carbono. Referência pelo seu design arrojado, inspirado no hedonismo. Lançamento dos relógios da coleção Meisterstuck Sports, linha com sete relógios robustos e funcionais. Lançamento da Montblanc Precious Dragon, da sua linha de edições limitadas. Essa coleção inclui também instrumentos de escrita e demais acessórios de joalheria.
  • 2001:  Lançamento do Presence, o primeiro perfume da marca. Apresentação da Ladies Business Bags Collection, linha de bolsas e pastas feitas à mão, pensadas especialmente para o público feminino.
  • 2002: Apresentação da Profile Collection no Salão Internacional de La Haute Horlogerie (Genebra), constituição por relógios de pulso inovadores e despojados, em formato retangular.   Inauguração da loja-âncora na Avenida Champs-Elysées, em Paris. Por meio dela é introduzido um novo conceito em decoração de lojas, desenvolvido pelo arquiteto francês Jean-Michel Wilmotte.
  • 2003: Apresentação da StarWalker, linha de instrumentos de escrita para colecionadores apreciadores de um estilo mais purista de design.  
  • 2004: Lançamento da caneta de edição limitada da coleção Patrono das Artes em homenagem a J.P. Morgan.  É lançado o Femme de Montblanc, perfume feminino.
  • 2005: Lançamento da coleção de joias dividida em três linhas: Bohème Collection, Profille Collection e Star Collection. Essa coleção é designada principalmente para o público feminino, e é composta por brincos, anéis, pulseiras, pingentes e colares de design clássico.  
  • 2006: Apresentação do Diamante Montblanc, item que fez com que a grife fosse introduzida no segmento da alta joalheria. Essa peça levou oito anos para ser produzida. Lançamento da Montblanc 100 Years Solitaire Mountain Skeleton, peça produzida em comemoração ao centenário da empresa. É composta de ouro 18K e 123 diamantes azuis. Vendida apenas sob encomenda, seu valor é de 175 mil dólares.
  • 2008: Apresentação do Homme Exceptionnel by Montblanc, mais um perfume da marca.
  • 2011: É lançada a caneta Meisterstuck na cor branca, em paralelo com uma linha de jóias finas inspiradas na neve que cobre a montanha Mont Blanc. É composta por relógios e peças de couro. O Tourbillon Bi-Cylindrique é lançado, um modelo de relógio com design inédito, composto por um turbilhão com molas de balanço cilíndricas duplas.
  • 2014: Em comemoração ao aniversário de 90 anos da Meisterstuck é lançada uma coleção de instrumentos de escrita com design exclusivo. Em paralelo, é lançada também uma coleção de relógios intitulada Meisterstuck Heritage.  Lançamento da coleção Montblanc Extreme, de produtos feitos com couro de alta performance. Lançamento do Emblem, perfume masculino cujo frasco icônico faz alusão aos formatos das canetas da Montblanc.
  • 2015: Lançamento da e-Strap, pulseira inteligente, sugerida para ser usada como complemento aos relógios de luxo. Conta com uma tela de 4 polegadas, por meio da qual a pessoa que a veste pode acessar notificações, ler e-mails, monitorar passos e até mesmo tirar selfies. Para isso, basta conectá-la a um smartphone que tenha seu aplicativo complementar instalado.  

Curiosidades sobre a Montblanc

A história da marca de luxo é composta por diversos detalhes curiosos. Confira a seguir alguns deles, que fazem da Montblanc uma empresa ainda mais única e especial.

  • Cada caneta-tinteiro possui uma pena na qual consta a gravação do número 4.810. O que poucas pessoas sabem é que esse número corresponde à altura em metros do monte Mont Blanc. Essa tradição cheia de simbolismo foi iniciada em 1929 e perdura até as produções de hoje.
  • Apesar da Montblanc possuir quase cem lojas ao redor do mundo, há atualmente apenas seis cidades que contam com pelo menos cinco lojas da marca. A cidade de São Paulo está entre elas, juntamente de Paris, Beijing, Xangai, Dubai e Hong Kong.
  • Estima-se que o Brasil tenha pelo menos 400 mil usuários de canetas Montblanc.
  • Você sabe como pronunciar o nome da marca? Por conta da origem francesa, o correto é dizer “Mon-Blã”, com a subtração do som da letra “t”. Além disso, ao contrário da grafia do nome do monte (que é Mont Blanc), a escrita do nome da marca é em uma única palavra: Montblanc.
  • Ao se esgotarem as unidades dos itens produzidos para a linha Patrono das Artes de edições limitadas, suas matrizes são destruídas. Isso garante que esses modelos não voltem a ser produzidos, o que aumenta ainda mais o valor da peça.
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