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HERMÈS

História da marca:

A história da marca começa em 1837, com sua primeira loja em Paris, fundada pelo artesão Thierry Hermès. Muito antes de criar as bolsas tão cobiçadas no mundo da moda, a Hermès era uma selaria onde produzia acessórios para cavaleiros, como chicotes, selas e rédeas.

Quando Charles-Emile Hermès, o filho do fundador, assume a direçÃo da maison, inaugura sua seda na Rue du Faubourg Saint Honoré, onde permanece até hoje. Além das selas, a marca introduz novos artigos para equitação.

Já em 1902, dirigida pela terceira geração da família, a marca entra no século 20 com dinamismo, desenvolvendo e diversificando suas operações como seleiro de prestígio.

Com sua extrema capacidade de adaptar-se às mudanças, é criada por Emile Hemès a bolsa Haut à courroies. Sua forma é projetada para permitir ao cavaleiro transportar sua sela. Ainda no começo do século 20, Adolphe e Émile-Maurice Hermès, os dois filhos de Charles-Émile, acompanham avidamente o progresso da indústria automobilística. Entusiasmados com o zíper, que acaba de ser inventado nos Estados Unidos, é introduzido na França e Emile revoluciona o universo dos acessórios e moda. Ele adapta este fecho americano para artigos de couro e moda, principalmente no modelo 1923 Sac pour l'auto, mais tarde rebatizada de Bolide.

À frente do negócio, Émile introduz a técnica do "saddle stich" nos artigos de couro da Hermès, emblemática à Maison até os dias de hoje. Ele também adiciona bolsas (a bolsa de duas mãos em 1923; Sac à Dépaches em 1928) e malas (Mallete à coins rapportés em 1925), coleiras de cães, acessórios de viagem, esportes como tênis e ski, cintos ( modelos criados em 1927 inspirados em coleiras de cachorro), luvas, lenços de seda, jóias e pulseiras de relógios (1927) para suas atividades tradicionais. Hermès torna-se um fabricante de moda no início da década de 1920. Sua primeira peça de vestuário é uma camisa de Jockey de camurça com botões.

Nos anos 50, a Hermès lança seu primeiro perfume e Robert Dumas, assume o negócio de seu sogro e se lança em intensa atividade criativa, que dá origem a bolsas com detalhes engenhosos, jóias e acessórios, a maioria dos quais se tornam clássicos da marca.

Já nos anos 70/80, Jean-louis Dumas, membro da quinta geração da família, assume o comando da Hermès. Ele traz novas energias para a maison, além de adicionar novos métiers, como relojoaria, acessórios esmaltados e louças. Ainda nos anos 80, é criada o novo ícone da casa e famosa It Bag, Birkin. O desenho inicial foi esboçado por Jean-Louis Dumas a bordo de um voo de Paris para Londres, como resultado de uma conversa com sua vizinha de assento, a atriz Jane Birkin.

Com o passar dos anos, a maison teve diversas criações e inovações, sempre mantendo o savoir-faire em sua essência. A marca continuou a trazer bolsas hit como o modelo Jypsiere, Jige, Lindy, entre outros... Além de criar o "Le Bain", linha de itens de banho da casa. Outra inovação da Hermès foi a linha Petit H, cuja missão é reaproveitar de forma criativa os materiais descartados em suas oficinas.

"Na Hermès, o couro é a nossa maior especialidade". A casa nunca afirmará ter dominado completamente o couro, mas sempre terá o orgulho de ter estudado suas lições tão intensamente. É através da manipulação dos melhores couros - escolhidos, cortados, costurados e polidos por hábeis experts - que seis gerações aprenderam e passaram adiante os valores que inspiram dinamismo da Hermès: o apego à qualidade, o perfeccionismo ( mesmo em detalhes ocultos), e o respeito pelo tempo, tudo em conjunto com um entusiasmo criativo.- Pierre-alexis Dumas DIRETOR ARTÍSTICO DA HERMÈS.

Tipos de materiais:

  • TOGO

    TOGO

  • Couro Clemence

    Couro Clemence

  • Couro Fjord

    Couro Fjord

  • Couro Epsom

    Couro Epsom

  • Couro Evergrain/ Evercolor

    Couro Evergrain/ Evercolor

  • Couro Grain d'H

    Couro Grain d'H

  • Couro Swift

    Couro Swift

  • Couro Box

    Couro Box

  • Couro Chamonix

    Couro Chamonix

  • Couro Barenia

    Couro Barenia

  • Couro Negonda

    Couro Negonda

  • Couro exótico Lisse Alligator

    Couro exótico Lisse Alligator

  • Couro exótico Matte Alligator

    Couro exótico Matte Alligator

  • Couro exótico Matte Niloticus Crocodile

    Couro exótico Matte Niloticus Crocodile

Sua primeira aparição foi nas coleções de 1997.Este couro é o resultado de um processo intenso de batimento que traz à tona suas características naturais: uma textura fortemente marcada e um toque firme. Deve o seu nome ao tema do ano de sua criação, "África", e do nome de um país africano: o Togo. Esportivo e resistente a arranhões é fácil de se usado para bagagens, bolsas ou artigos de couro. Hoje, é um dos mais populares da marca.

Os couro possui poros granulados, apesar de seu toque suave. Olhando à distância, percebe-se as nervuras do couro e reflexo da luz no couro.

TOGO

Lançado na metade dos anos 80 - 1980's.

O couro Clemence, originalmente criado como Veau Taurillon Clemence, é feito de filhote de touro, com aspecto natural granulado e resistente a arranhões. Os poros/ granulados são maiores do que o do couro Togo, com um aspecto mais suave e matte.

O couro não reage bem à água. Caso molhada, limpar imediatamente para evitar formação de bolhas no couro.

Couro Clemence

O couro possui os poros/grãos ainda maiores e achatados do que o couro Clemence. É feito de couro de vaca adulta, e possui também um acabamento matte.

O toque é bem suave apesar de sua textura, porém é mais pesado que os demais couros, tornando-o bem resistente.

Couro Fjord

Sua primeira aparição foi nas coleções de 2004.

O couro impresso leva o nome de uma cidade no Sudeste da Inglaterra que é famosa por suas corridas de cavalos. Sua textura fina e regular, obtida através da máquina de impressão, tem uma impressionante tonalidade dupla e beleza sutil.

O couro é rígido e fácil de manter em perfeito estado.

Couro Epsom

O couro é rígido e granulado, sendo a versão porosa do couro Evercalf, sendo essa a grande diferença entre eles. A versão colorida do couro chama-se Evercolor.

É delicado e suave, sendo suscetível a arranhões se não armazenada e manuseada corretamente.

Couro Evergrain/ Evercolor

Sua primeira aparição foi nas coleções de 2012.

O couro de bezerro é prensado formando o H monograma da marca, e durante o processo, acaba gerando o aspecto brilhoso do couro. é tanto usada para bolsas, e ainda mais em acessórios.

Couro Grain d'H

Sua primeira aparição foi nas coleções de 2004.

O couro, extremamente maleável e sofisticado, foi nomeado em homenagem a Jonathan Swift, o autor de As Viagens de Gulliver, para destacar sua semelhança com o couro de bezerro de gulliver.

Algumas voltas do tambor de curtimento ( tecnicamente chamado de Foulon) dão uma sensação maleável e suave ao couro, com uma textura marcada. torna-se ainda mais suave ao longo do tempo, mas não perde sua textura. Parceiro ideal para bolsas não estruturadas.

Couro Swift

Sua primeira aparição foi nas coleções do início da década de 1920.

Emblemático da Hermès, este couro recebeu o nome da técnica de curtimento "Box", que se originou na Inglaterra e que usa uma habilidade específica para dar a ele um estilo e aparência particulares, trazendo à vida as tonalidades fortes e escuras. O "Box" é um couro suave e liso, com aparência brilhosa ou fosca. É um couro delicado, sendo sensível a arranhões, mas com o tempo adquire uma pátina bonita à medida que o brilho desaparece, e sempre mantém sua forma.

Couro Box

O couro é uma variação do couro "Box Calf", no qual possuem propriedades similares, mas com acabamento diferente, sendo este matte.

O couro geralmente é costurado com linha branca, e "Hermès Made in France" feito com blind stamps, ao invés dos mais comuns da marca, com foil. É um couro bem usado na dupla-face de cintos e jóias em couro.

Couro Chamonix

Originalmente, este couro era curtido perto da aldeia de Barr, na Alsácia. daí o seu nome. Emblemático da Hermès, muitas vezes descrito como "mágico", porque absorve marcas e arranhões leves. Revestido e saturado de óleos quentes, apresenta uma aparência mate, cerosa, desportiva e refinada. Requer um certo cuidado, sendo ideal fazer uma visita aos ateliês uma vez por ano, para que seja novamente revestido, a fim de evitar que fique seco.

Couro Barenia

O couro teve primeira aparição foi nas coleções de 2007. O couro de touro possui poros/grãos largos, acabamento matte e resistente a água. Além do acabamento mate, o toque do couro é mais "seco". É mais usado no modelo Garden Party.

Couro Negonda

O couro é bem delicado e requer um cuidado especial, no qual é necessário mante-lo longe de água. O acabamento é brilhoso, e ajuda a esconder as imperfeições. A diferença visível entre Alligator e Crocodilo é notada na falta de "poros" em pequeno pontinhos nas escamas.

Couro exótico Lisse Alligator

O couro é bem delicado e requer um cuidado especial, no qual é necessário mante-lo longe de água. O acabamento é brilhoso, e ajuda a esconder as imperfeições. A diferença visível entre Alligator e Crocodilo é notada na falta de "poros" em pequeno pontinhos nas escamas.

Couro exótico Matte Alligator

O couro Niloticus vem da região do Nilo em Zimbabwe. O acabamento Matte é mais caro do que a versão com acabamento brilhoso/shiny, apesar de ser mais barato que o Porosus. A diferença entre o Porosus para o Niloticus seria na escama, no qual o Niloticus possui um padrão maior. Crocodilos possuem pequenos poros em sua pele, no qual parecem pequenos pontos em cada escama. Elas servem como sensores que assistem os crocodilos a detectar mudanças na pressão da água e localizar suas presas. Os pontos seguem por todo o corpo. O logo da Hermes na bolsa possui duas apóstrofe (") para identificar como Niloticus.

Couro exótico Matte Niloticus Crocodile

Saiba mais

  • ● Todas as bolsas Hermès são feitas manualmente, desde sua construção à costura e acabamentos. Todo o acabamento da peça deve ser impecável, e apesar de algum ponto estar um pouco diferenciado devido a arte manual da peça, não é comum nenhum tipo de costura irregular ou fora de lugar/espaçamento.

  • ● O formato da bolsa e alças são sempre excelentes indicadores de autenticidade. É importante saber diferenciar a construção da peça e réplicas e lembrar que o modo de armazenamento, uso e tempo da peça também são fatores importantes para tal formato da peça, podendo deixar seu formato/base irregular.

  • ● As ferragens são sempre de metais preciosos, geralmente Palladium ou banhado. Se o peso do cadeado é leve, é um grande indicador de inautenticidade.

  • ● Os zíperes da Hermès possuem a base da marca Riri, no qual é possível identificar na parte interna da base. Já o puxador, é feito pela própria Hermès no qual terá o logo próprio da marca. Outra forma de analisar o zíper da marca, é observar como o puxador está perante ao zíper! Deve estar paralelo, e não caído, devido a sua excelente qualidade.

  • ● Para os itens inclusos, é importante se atentar as cores e se realmente são produzidos pela marca, como por exemplo, o cartão de autenticidade, bem comum em réplicas, mas não utilizado pela própria Hermès. Já o dust bag, é importante verificar o ano da peça e qual a referência para material e coloração do saquinho.

  • ● As bolsas Hermès são criadas com acabamento banhado a ouro ou paládio. Os outros acabamentos raramente utilizados são de ouro escovado, prata, prata escovada, rutênio e guilhoche, que possui uma gravura em forma de diamante em hardware de paládio.

  • ● Algumas bolsas terão a parte inferior protegida que ajudarão a bolsa a ficar na posição correta sem balançar. Elas não são gravadas, apresentam um acabamento muito suave, e não terão seus parafusos soltos com facilidade.

  • ● Embora o escurecimento seja tecnicamente possível, em geral, o hardware das bolsas Hermès não se manchará. Eles nunca se quebram ou descascam. Caso o paládio apresente desgaste, ele ficará escuro.

  • ● Os zíperes mais recentes são marcados com grandes letras que dizem HERMÈS. Até os anos 1960, a Hermès usou os zíperes YKK Depois disso, até 1979, eles usaram o fecho Éclair. E depois disso, até 1992, usaram os zíperes gravados com o nome Hermès e um H em um círculo.

  • ● Um autêntico zíper Hermès permanecerá sempre paralelo à linha do zíper. Isso ocorre porque a peça de couro é projetada precisamente para o zíper, portanto, não há espaço para que ele se mova. Ele deve ser rígido e permanecer no lugar.

  • ● Nem todas as bolsas Hermès terão o terminal com a Letra H. Isto foi introduzido em 2001 e foram usados em algumas bolsas.

  • ● Nas bolsas de tecido, os acessórios metálicos serão gravados com a gravura Hermès sellier, que diz "HERMÈS ◊ PARIS ◊".

  • ● Os artesãos treinam numa instituição chamada Ecole Grégoire-Ferrandi, especializada na confecção de selas e outras técnicas tradicionais de couro. Eles são treinados na costura de Selas, que é usada em todos as bolsas Hermès. A costura será inclinada e uniforme, em perfeito alinhamento.

  • ● Os artigos de couro da Hermès usam uma costura de sela porque que nunca se solta.
O fio de linho é revestido em cera de abelha para torná-lo liso, à prova d'água, e para evitar a podridão. O fio sempre coincidirá com a cor da bolsa, a menos que quando o couro é dourado ou em uma cor neutra na qual eles usarão o fio branco. Os artesãos usarão uma linha muito longa com uma agulha em ambas as extremidades para evitar os nós.

  • ● O processo no qual eles costuram se dá com o artesão segurando o couro em conjunto usando um grampo de madeira. E, em seguida, com um griffe, que se parece com um pente, eles vão fazer marcas suaves sobre o couro, para que eles possam pré-planejar a costura.
Um furador é então usado para perfurar através do couro. Uma agulha entra no buraco em uma direção, e a outra vai na direção oposta, ambas puxadas com igual tensão, criando o ponto de sela perfeito.
No início de cada costura, encontraremos três pontos duplos, segurando o resto dos pontos. Quando a costura é feita, ela é batida com um martelo e as bordas são raspadas, lixadas e polidas com cera até que a bolsa pareça ser um único pedaço de couro.

  • ● Haverá sempre um recorte próximo da borda do couro, pois este é o guia de costura seguido pelos artesãos segue.

  • ● Na maioria dos casos, a cor da costura vai coincidir com a cor do exterior da bolsa.

  • ● Haverá casos de costura irregular, uma vez que estas bolsas são produzidas por mãos humanas. Mas estas serão variações muito pequenas, quase imperceptíveis.

  • ● A primeira bolsas confeccionada em couro da marca foi feita por Émile-Maurice, em 1922. Foi criada como um request por sua esposa, na qual não encontrou nenhum modelo em toda a Paris que lhe agradasse.

  • ● Em uma de suas viagens aos Estados Unidos, Émile-Maurice conheceu Henry Ford, no qual havia implementado um novo mecanismo em seus carros. Inspirado no mundo automobilístico e da aviação, Emile revolucionou o mercado e foi a primeira pessoa a usar o zíper na França e garantiu uma patente europeia exclusiva de seu uso.

  • ● A primeira jaqueta de couro para golfe da Hermès foi feita para Edward, Príncipe de Gales.

  • ● O cinto Collier de Chien teve seu debut em 1927. O nome do modelo é inspirado em sua própria história, sendo bem literal, já que em francês significa "Coleira de cachorro" e sua origem vem de um pedido especial para a maison, feito em 1923. Uma cliente especial solicitou uma coleira para seu Bulldog, para que pudesse passear e viajar com seus cachorros pela cidade e campo, que na época em Paris, já era moda na alta sociedade. A fivela central do cinto, era o centro da coleira onde colocava-se a guia do cachorro.

  • ● A bolsa Birkin já foi confeccionada em mais de 20 diferentes tonalidades de azul.

  • ● A famosa caixa da Hermès nem sempre foi laranja ! Durante a escassez da Segunda Guerra Mundial, o estoque da embalagem utilizada pela Maison acabou e foi preciso trocar pela única cor disponível na época, surgiu então a mais famosa e desejada Orange Box.

  • ● Todos os artesãos da Hermès possuem seu próprio kit de ferramentas, no qual é utilizado todos os dias. Quando aposentam, eles levam o kit como uma recordação.

  • ● A Hermès foi uma das primeiras marcas de luxo a abrir um e-commerce, junto de nomes como Fendi, Chanel e Mulberry. Apesar de ter em seu DNA o Savoir Faire, a maison é extremamente inovadora, sempre atenta e em busca de novas tecnologias.

  • ● Sobre o Carré Hermès:

    Um dos produtos mais procurados e vendidos da maison, é o Carré Hermès. O primeiro modelo, Jeu des Omnibus et des Dames Blanches, foi criado pelo próprio Robert Dumas, em 1937, e foi idealizado como um objeto, não como um item fashion. Apesar de ser uma arte que Dumas dominava e tinha design como sua paixão, não foi o caminho seguido por ele dentro da Hermès, mas foi uma figura importante para trazer grandes artistas e coleções memoráveis.

    Os Carrés não são considerados ou produzidos como peças de arte, mas a Maison acredita em ser uma forma particular de empregar grandes talentos.

    Já foram criados mais de 2mil designs diferentes, por mais de 100 artistas comissionados pela Hermès.

    Assim como todos os itens da Hermès, o processo de criação e confecção do lenço é bem extenso e detalhado, demorando até 18 meses para sua finalização.

    O material, assim como o couro, é o melhor ! A marca preza tanto por qualidade, que fazem sua própria seda, considerada 2x mais grossa que as disponíveis no mercado, isso permite que o lenço seja amarrado, estilizado e ainda assim, mantenha seu perfeito formato.

    Na hora da autenticação, sempre sinta o material, e puxe as extremidades. Ele deve sempre voltar ao seu formato normal, sem desgastar-se.

  • ● O ex maquiador e cabeleireiro Michael Tonello escreveu o livro "Bringing home the Birkin " / "Como Entrei na Lista Negra da Hermès: Minha Vida à Caça da Birkin, a Bolsa Mais Desejada do Mundo" - em português, contando sua divertida história caçando Birkins por todos os continentes.

  • ● Se a quantidade de seda utilizada para fazer 1.000 Carré Hermès fosse colocada em linha reta, cobriria a distância entre a Terra e a Lua !

  • ● Em uma pesquisa feita em 2016, foi comprovado que uma bolsa Hermès Birkin era um melhor investimento do que ações na Bolsa de Valores ou barras de ouro.

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